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A CPA da FAI já realizou 3 encontros de sensibilização com acadêmicos, de março de 2005 a junho de 2005. Esses encontros atingiram o seguinte público: representantes dos alunos, professores, funcionários, gestores e membros da CPA. Foi realizado, também um seminário com a prof.ª Drª. Iria, em parceria com a Universidade Estadual de Goiás, Unidade de Iporá, visando o esclarecimentos quanto à importância do processo avaliativo como atividade constante nas IES.
Comissão Própria de Avaliação Institucional da FAI – instituída pela Portaria n.º 001/05 de 07/03/2005 Membros da Comissão:
[Voltar] Esclarecimentos gerais sobre a Auto-Avaliação Institucional
A Auto-Avaliação se constitui num processo interno das Instituições de Ensino Superior (IES), regulamentado pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instrumento de avaliação superior do MEC / INEP criado pela Lei nº. 10.861 de 14/04/2004.
O objetivo do processo auto-avaliativo é construir um conhecimento sobre a realidade interna da IES, identificando o perfil e o significado da atuação da mesma, com o intuito de levantar possíveis falhas e empreender ações para melhorar a sua qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Esta etapa da Avaliação Institucional se dá em três momentos: Preparação – etapa em que se constitui a Comissão Interna de avaliação com a função de coordenar e articular todo o processo auto- avaliação e disponibilizar informações. Planejamento – etapa em que se define os objetivos, estratégias, metodologias, recursos e calendário das ações avaliativas. Sensibilização – etapa em que se busca o envolvimento da comunidade acadêmica na construção da proposta avaliativa por meio da realização de reuniões, palestras, seminários, entre outros. Consolidação – referente à elaboração, divulgação e análise do relatório final. Nesta etapa, faz-se um balanço crítico do processo avaliativo e de seus resultados em termos da melhoria da qualidade da instituição. [Voltar] Concepção de Avaliação Institucional da FAI
A Avaliação Institucional é hoje um desafio para todas as instituições de ensino superior brasileiras, pois possibilita analisar suas ações administrativas, técnicas e pedagógicas de maneira contextualizada, critica e participativa, permitindo perceber suas possibilidades e limitações, bem como apontar caminhos.
[Voltar]Neste contexto, a avaliação institucional é concebida como um processo participativo e sistemático de busca de informações sobre a realidade da instituição com o intuito de colaborar com a melhoria e o aperfeiçoamento do projeto educacional, configurando-se como importante estratégia para o exercício da gestão participativa e para a tomada de decisões em relação ao pensar e ao agir institucional. Objetivos da Auto-Avaliação da FAI 1. OBJETIVO GERAL Implantar na FAI um processo de avaliação institucional que subsidie de modo pleno a gestão acadêmica rumo à potencialização e desenvolvimento do desempenho institucional. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Diagnosticar a atual situação da FAI nas dimensões de ensino, extensão e gestão; Facilitar a emergência de uma cultura de avaliação na FAI, que pressuponha a auto-avaliação e avaliação externa como instrumentos de busca de excelência; Revitalizar os valores e induzir processos auto-avaliativos; Subsidiar a elaboração do planejamento de ações estratégicas nos âmbitos pedagógico, administrativo e financeiro; Estimular a inter-relação das tarefas acadêmicas, de modo a contemplar as dimensões de ensino, pesquisa, extensão e gestão; Converter a avaliação em um instrumento de superação individual e coletiva de limitações; Planejar ações destinadas à superação das dificuldades e ao aprimoramento institucional. [Voltar]Estratégia de Implementação do Processo de Auto-Avaliação da FAI O processo de auto-avaliação, entendido como um instrumento valiosíssimo para a visualização de metas de transformação das IES, e da FAI em particular, em uma Faculdade de qualidade e excelência, terá um caráter contínuo, permanente e integrado. Considerando sua característica globalizada, este processo será disposto na seguinte estrutura de avaliação: Avaliação Global (Docente/Discente/Direção e Administrativos) Avaliação do nível e Satisfação Institucional (serviços e infra-estrutura) Avaliação dos Cursos. 1. AVALIAÇÃO GLOBAL Esta avaliação é completa, pois é composta da avaliação discente, avaliação docente e avaliação da direção e corpo administrativo. A avaliação docente feita pelo discente tem como instrumento de coleta de dados um questionário direcionado ao aluno, aplicado em cada disciplina e turma, ao final do semestre. Este instrumento busca avaliar o desempenho docente, e também o conteúdo da disciplina, a participação do aluno e as condições objetivas para a concretização das atividades de ensino. Este questionário, único para todas as turmas, procura firmar, junto a professores e alunos, valores acadêmicos institucionais para o processo de ensino-aprendizagem. A avaliação discente tem como instrumento de coleta de dados um questionário dirigido ao professor, com questões basicamente iguais àquelas da avaliação docente pelo discente. Este questionário único para todos os professores, além de procurar firmar valores acadêmicos institucionais para o processo ensino-aprendizagem, permite verificar se o perfil do ensino, sob a ótica do professor, assemelha-se ao do aluno, possibilitando elementos de comparação. A avaliação da direção e corpo administrativo tem como instrumento de coleta de dados um questionário com questões ligadas a postura profissional, comprometimento com a instituição e o desenvolvimento de atividades. Este questionário permite verificar se o perfil do funcionário está direcionado ao projeto proposto pela instituição. 2. Avaliação do nível e Satisfação Institucional Este item é composto da avaliação de adequação das instalações físicas gerais e específicas, tais como laboratórios e outros ambientes e equipamentos integrados ao desenvolvimento do curso (infra-estrutura, sanitários adequados para deficientes físicos, etc.) bibliotecas, com atenção especial para o acervo especializado, inclusive o eletrônico, para as condições de acesso às redes de comunicação e para os sistemas de informação, regime de funcionamento e modernização. 3 . Avaliação dos Cursos O foco desta avaliação é a existência de um projeto pedagógico, sua pertinência, a adequação das disciplinas, instalações e recursos didáticos à consecução dos objetivos pretendidos. Para tanto, deverá reconhecer a concepção e os objetivos do curso, as competências, as habilidades; o perfil do egresso; as atividades, projetos, que caracterizam as atividades didáticas complementares: monitoria, estágio, iniciação científica, bem como, o desempenho nas disciplinas. [Voltar] |
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